Misiaszek examines the (dis)connection between critical global citizenship education models and ecopedagogy which is grounded in Paulo Freire’s pedagogy. Exploring how concepts of citizenship are affected by globalization, this book argues that environmental pedagogues must teach critical environmental literacies in order for students to understand global environmental issues through the world’s diverse perspectives. Misiaszek analyses the ways environmental pedagogies can use aspects of critical global citizenship education to better understand how environmental issues are contextually experienced and understood by societies locally and globally through issues of globalization, colonialism, socio-economics, gender, race, ethnicities, nationalities, indigenous issues, and spiritualties.
This book offers a remarkable range of research that emphasises the need to analyse the shaping of curricula under historical, social and political variables. Teachers’ life stories, the Cold War as a contextual element that framed curricular transformations in the US and Europe, and the study of trends in education policy at transnational level are issues addressed throughout. The book presents new lines of work, offering multidisciplinary perspectives and provides an overview of how to move forwards. The book brings together the work of international specialists on Curriculum History and presents research that offers new perspectives and methodologies from which to approach the study of the History of Education and Educational Policy. It offers new debates which rethink the historical study of the curriculum and offers a strong interdisciplinary approach, with contributions across Education, History and the Social Sciences.
Esta pesquisa é um estudo da história e da memória dos Ginásios Estaduais Vocacionais, projeto experimental educacional desenvolvido entre 1961 e 1969 no Estado de São Paulo, a partir da análise de documentos escritos, gravações de reuniões pedagógicas da época e bibliografia de referência. A análise dos registros da memória individual de dois educadores que participaram desse projeto experimental é utilizada como ponto de partida para o estudo da memória coletiva dos Ginásios, permitindo identificar as diferenças e conflitos existentes na sua cúpula administrativa, o Serviço do Ensino Vocacional (SEV). Tais diferenças mostram que a construção da proposta educacional das escolas, e, especialmente, sua sistematização no ano 1968, culminou com um conflito entre grupos internos, revelando não apenas concepções distintas de escola experimental que se desenvolveram ao longo da existência dos Ginásios, mas também a construção de diferentes memórias da experiência educacional. Essas questões também permitem uma discussão dos sentidos e das intencionalidades que nortearam o desenvolvimento de escolas experimentais da década de 1960, da produção teórica acerca das mesmas e sua relevância para a discussão de alguns dos dilemas educacionais do período, tais como a relação entre escola e transformação social, a expansão do sistema público educacional e o uso de metodologias e técnicas educacionais consideradas inovadoras.